Uma escultura em pedra com cerca de 8000 anos foi destruída no Marrocos, e moradores locais acusam salafistas pelo ato, que seria uma forma de impor uma visão fundamentalista do Islã na população.
O petróglifo foi destruído essa semana no Parque Nacional de Toubkal, e Ahmed Assid, membro do IRCAM, afirma que esse é mais um sinal das ações dos salafistas para converter os povos Amazigh de suas religiões tradicionais ao Islã fundamentalista.
Um dos outros exemplos citados por Assid foi que os salafistas dão dinheiros para que, em suas festas, os Amazigh troquem suas músicas tradicionais por cantos islamicos. O Marrocos tinha poucos problemas com salafistas até os ataques de setembro de 2001 aos Estados Unidos, e ano passado esse grupo religioso passou a expandir sua influência pela África do Norte.
Assid afirma que nos últimos vinte anos, mais de 37,000 petróglifos e outros artefatos históricos dos Amazigh foram destruídos ou exportados.
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